18/06/2018

Quais são os brinquedos ideais para cada fase do seu filho?

Bebê ou criança? Como saber em que fase seu filho está?  

                                          Confira nossas dicas e brinquedos para cada grupo



Para as mães de primeira viagem sempre fica a dúvida: Até que idade meu filho é considerado bebê? Quando ocorre a transição dessa fase, para a de criança? Não se preocupe, nós vamos te ajudar nesse sentido.

Muitos especialistas acreditam que até os 2 anos os pequenos são considerados bebês. Posteriormente, até os 5 anos, surge o período da primeira infância.

Embora estejam em constante fase de desenvolvimento, nos primeiros anos de vida as crianças precisam de atenção ainda mais dobrada, pois os cinco sentidos do corpo humano ainda estão em formação, por isso, é importante estimulá-los diariamente, assim como entender um pouquinho sobre cada característica desses períodos.

Para colaborar nesse sentido, os brinquedos assumem um papel maior do que a diversão, e contribuem para o crescimento e desenvolvimento infantil. Confira:

    A partir de 6 meses: 

Geralmente, muitos bebês começam a ter dentes a partir dessa fase. Por isso, os mordedores são importantes, porque embora seja comum que os pequenos coloquem a mão e outros objetos na boca, é importante ter produtos próprios aliviar os sintomas de incomodo.


    De 1 até 2 anos: 

Esse período é caracterizado pelo caminhar do bebê. Treinar o equilíbrio constantemente é fundamental e para isso, as famílias precisam estar ao lado. Os andadores além de muito divertidos e educativos, contribuem nesse sentido


    De 3 a 4 anos:

 As crianças dessa idade já conseguem comer sozinhas, embora ainda seja importante estimular a coordenação motora. Os brinquedos educativos assumem um papel essencial, pois colaboram de modo lúdico, seja no encaixe de peças ou distinção de cores e formatos


    A partir de 5 anos: 

Ao completar essa idade, a criança está chegando no fim da primeira infância. Muitas já frequentam a escola e realizam atividades em grupos. Gostam muito de se divertir com água, pois é uma brincadeira muito animada, além de soltar a imaginação.



E aí, qual é o brinquedo preferido do seu filho?


Post feito em parceria com a Loja Cuba, especializada em produtos infantis e que acredita que através da alegria, brincadeiras e diversão podemos construir um mundo muito melhor. Também acredito! ♥


11/06/2018

O casamento e os filhos


 O CASAMENTO E OS FILHOS



Pouco se fala sobre a relação homem x mulher depois dos filhos.
Porque muda, muda muito.
Aquelas noites com vinho e filme não são mais frequentes.
Aquelas viagens de última hora pra qualquer lugar também não.
O sexo ao acordar, no banho, na cozinha e em cima da máquina de lavar... ficam só na lembrança.
Mudou, não se sobra muito tempo quando tem as necessidades de uma terceira pessoa envolvida.

Mas mudar, não é acabar.
Essas mudanças fortalecem e muitas vezes amadurecem a relação.
Se você enxergar com cuidado, perceberá que o romance ainda está ali, vivo de uma forma diferente.

Romance é quando estão todos juntos assistindo Frozen pela milésima vez e sua filha dizer: eu amo muito vocês! E aí vocês trocam aquele olhar de quem está no caminho certo.
Ou quando depois de um dia cansativo e o bebê finalmente dormem, se aconchegam no sofá.
É parar para observar seu parceiro contando histórias e imitando vozes de cada personagem e você sentir um orgulho dele como pai muito maior do que como marido.
É chegar em casa bem tarde depois de um dia longo e a comida estar no micro-ondas enquanto os dois dormem.

E aí você descobre que existe muito romance a ponto de transformá-lo em uma família.
O amor está aí ainda, em pequenos gestos, será que você tem enxergado?

04/06/2018

3 Coisas que toda mãe deveria saber e praticar


 
Existem várias coisas que ninguém te fala sobre maternidade, uma delas é como deixamos de ser completas.
Por um longo tempo você deixa de ser você, Maria, Joana, Ana, Fernanda, Brena... para ser a mãe de alguém, a responsável por alguém. Nessa responsabilidade estão todas as dores, amores, alegrias e tristezas que acompanham a maternidade.
Seus planos mudam, seus sonhos mudam, seu universo muda... e ninguém parece notar.
E 3 anos depois de embarcar na viagem mais incrível e louca da minha vida, existem 3 coisas que aprendi e carrego comigo:

1 - Conheça-se


Saiba o que você gosta, o que não gosta, seus limites, o que te faz feliz. A maternidade não é quem você é, é uma parte de você! E o maior presente que você pode dar aos seus filhos e se amar e cuidar de si mesma para que esteja pronta física e emocionalmente para amar e cuidar do outro.
Muitas pessoas vão te julgar, dar palpites, se meter e dizer o que você deveria fazer, ser e escolher, mas o que importa mesmo é o que você quer e não o que as pessoas querem que você queira.

2 - Peça ajuda


Você certamente dará conta de tudo, mas o preço a pagar é muito alto. Não precisa ser supermulher. Criar filhos é erros, acertos, prática e amor. Carregar todo esse peso, culpa e responsabilidade é um fardo muito pesado para se carregar sozinha. E lembrem-se, juntas somos mais fortes. Nossos ancestrais mantinham-se vivos porque viviam em aldeias. Uma mãe com um bebê sozinha não teria a menor chance, no meio de uma tribo ela estaria segura e protegida. Procure a sua tribo! Se não puder contar com familiares, peça ajuda a amigas. Se não tiver amigas para ajudar, procure novas amigas, novas mães, pessoas com as mesmas dificuldades que você e se apoiem. As redes sociais são ótimas pra isso.

(temos um grupo no facebook muito legal chamado "É só comigo?" onde podemos desabafar algumas coisas que acontecem sem julgamentos e críticas. bit.ly/esocomigo)

3 - Permita-se falhar


Por mais que você tente, se esforce, faça o seu melhor, você vai errar porque você é humana. Aceite e siga em frente. Por melhor que sejamos, nunca seremos suficientes. Aceitar isso, evita sofrimento, fortalece e é libertador.
Você pode ser a melhor mãe do mundo e ainda assim causará traumas nos seus filhos.
Se você parar de trabalhar, no futuro pode ser que eles digam que você os sufocavam por não ter a própria vida.
Se você continuar trabalhando, poderão dizer que você não dedicava tempo o suficiente.
Ou seja, por melhor que seja a sua intenção, você vai errar, você vai falhar e está tudo bem. Aceite, siga em frente e seja feliz.


 Tenho aprendido muito com isso, espero que você também.

O que tem sido mais difícil pra você na maternidade?

28/05/2018

Birras: 6 dicas de como lidar com elas

Um dos momentos mais desgastantes, que tiram toda mãe do sério são as tais da birra.
Eu costumo ter muita paciência, me afasto respiro fundo e isso evita que eu perca o controle.
Quando as crianças demonstram a imaturidade (natural e esperada) relacionada a sua idade e condição, é vital que nós como pais, demonstremos a nossa maturidade (necessária e protetora). Afinal de contas a birra nada mais é do que uma forma que seu filho encontrou de comunicar um sentimento, uma experiência, a insatisfação com um momento que ele ainda não sabe lidar. 
Nós somos os adultos, nós temos a experiência, nós que deveríamos ter a inteligência emocional para lidar com o conflito, certo?

 


Na maternidade não existe receita mas eu aprendi a lidar com as birras da seguinte forma:

1 - afastar e respirar

Respirar quantas vezes for necessário para que eu lembre que eu sou o adulto da situação portanto gritar, chorar, reclamar, bater não vai resolver.  Eu sou a pessoa madura da relação lembram? Devo dizer ao meu filho para parar de gritar, gritando? Devo ensinar que as coisas são resolvidas no tapa e no grito?Portanto se afastar e respirar é necessário.

2 - Não importa o que os outros pensam

Os outros tem suas próprias verdades e maneira de lidar com as situações. Mas a educação da minha filha é algo entre ela, o pai dela e eu. E não estou preocupada com o que vão pensar ou dizer. Isso inclui, avós, sogros, amigos... é pesado, eu sei, mas necessário.

3 - Cada família, cada birra

As pessoas são diferentes e lidam com problemas de formas diferentes. O que funciona pra um pode não funcionar pro outro. Aceite isso e evite comparações.

4 - Não existe certo e errado

Se quiser ceder, ceda. Se quiser ser firme, seja.
Não existe certo ou errado. Existe momentos e aprendizados. Em algum momento pode valer mais a pena ceder a alguma birra do que o enfrentamento e está tudo bem. Aquele doce cedido no meio da rua para evitar gritos e choros não quer dizer que você é fraca e seu filho um pequeno manipulador, e sim que você naquele momento estava cansada demais para entrar em uma briga e está tudo bem.

5 - Você pode ter responsabilidade sobre o motivo

As vezes o motivo da birra pode ter sido responsabilidade sua por não ter observado os sinais.
Querer sair na hora que a criança dorme, não respeitar a rotina, etc. Muitas vezes somos responsáveis pelas birras e nem percebemos. Agimos de uma maneira em um momento e de outra forma em outro momento. 
Você sempre compra o sorvete na saída da escola e um dia não comprou. Pronto: birra! Até que ele entenda que a vida é assim. 
A criança tem horário para comer, para brincar. Um dia, sem aviso prévio você resolveu sair no horário da soneca: Pronto: birra! 
Você cobra que seu filho come na mesa, mas você come no sofá. Pronto, birra! 
E assim a vida segue, vamos aprendendo e nos educando.

6 - Após a fase crítica

Não deixe passar, converse com seu filho sobre o que aconteceu e se foi correta a forma que agiu. Tudo com muito carinho, respeito e consciência. Mas não perca a oportunidade de fazê-lo refletir sobre o assunto.


E lembrem-se, a parte mais difícil de educar filhos, é reeducarmos a nós mesmos.
Essa é a maneira como eu lido com as birras, e você?

02/05/2018

Como saber como foi o dia do seu filho na escola

Uma das coisas mais comuns em toda família é perguntar para os filhos: “Como foi seu dia?”
Na maioria das vezes recebemos uma resposta como: “Legal”, “Tudo bem”. “Foi normal.”
Os pais normalmente ficam satisfeitos e com a sensação de dever cumprido por terem feito a sua parte.
Muitas vezes o filho até conta, mas os pais logo se distraem com outra coisa que julgam mais importante, e aí pronto, o vínculo está desfeito. 


 

Mas e se não foi tão bem assim?
E se eles não querem responder.
E se não se sentem confortáveis em contar.

Abaixo segue algumas alternativas de perguntas para você conseguir puxar um pouco mais de informação dos seus filhos e estreitar a relação.

1 – Qual foi a melhor coisa que aconteceu na escola?
2 – Qual atividade você mais gostou?
3 – Teve dificuldades em fazer algum exercício?
4 – Aprendeu algo novo na escola?
5 – Aconteceu alguma coisa engraçada?
6 – Alguém falou alguma palavra diferente?
7 – O que você fez na hora do recreio?
8 – Qual foi o lanche?
9 – Você fez algum exercício com alguém?
10 – Quem da sua sala tem mais facilidade com a matéria X?
11 – Em qual matéria está tendo mais dificuldade?
12 – Se você fosse professor, agiria de forma diferente em alguma situação hoje?

São perguntas simples que estimulam o diálogo e a comunicação. Dessa forma você consegue respostas mais elaboradas e deixar a conversa fluir... 
Que tal tentar?

 
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