Destaques

22/03/2017

Você foi criada para ter sucesso ou para ser feliz?

Fui criada para ter sucesso! Seja lá o que isso signifique.
Casa grande. Carro do ano. Casa de praia. Viagens. Um bom emprego.

Pra que eu pudesse ter tudo isso eu ia pra escola e minha mãe indo dormir depois de uma noite inteira trabalhando. Minha mãe trabalhava umas 18 horas por dia. Tinhamos cozinheira, tinhamos empregada. Não tínhamos uma vida de luxo. Era uma vida de muito trabalho pra que quando eu crescesse tivesse todas essas coisas também. Lembro que uma vez quando eu deveria ter uns 8 anos falei pra minha mãe que eu não queria ter nada daquilo. Eu queria ter uma família "normal". Queria um beijo de boa noite, queria ela mais presente. Ela riu! Perguntou de que viveríamos. E que já que eu queria beijos, ela não me daria mais os 15 presentes de natal, eu não veria mais meus amigos da casa de praia, porque eu só queria um beijo. Foi nesse mesmo ano que comecei a trabalhar com ela, a ver mais de perto todo o esforço que era ter sua própria empresa. Eu tinha meta pra cumprir e ajudava na produção. Ganhava 70 reais por mês e foi com esse dinheiro que paguei meu primeiro curso de inglês. Com 12 anos já ficava em uma das lojas. Com 13 eu já era uma das funcionárias.

Sabe qual é o resultado disso?

A casa de praia foi vendida.
A empresa faliu.
Os funcionários foram embora.
As lojas fecharam.
Os amigos sumiram.
O casamento acabou.
A casa grande está vazia.
E todos os beijos de boa noite perdidos foram em vão.

Então não me julguem quando eu disser que quero ter uma vida mais simples. Eu quero mesmo!

Eu quero uma casa com quintal e grama.
Eu quero um cachorro correndo.
Eu quero mexer na terra.
Eu quero plantar.
Eu quero correr atrás da minha filha.
Eu quero caminhar na rua de mãos dadas.
Eu quero levar ela pra escola.
Eu quero assistir a apresentação de balé.
Eu quero festa do pijama.
Eu quero fazer bolos juntas.
Eu quero ler pra ela dormir.
Eu quero assistir ela brincar.
Eu quero fazer adubo em casa e separar o lixo.
Eu quero ensinar a se preocupar com o meio ambiente.
Eu quero festa com bolo embrulhado no papel alumínio.
Eu não quero perder nenhum momento.
Porque aí sim, eu terei sucesso, e nenhum beijo será perdido.



E você, foi criada pra quê? Compartilhe um pouco comigo também!!!


Beijos de quem está revendo conceitos e redescobrindo a vida.

Brena

15/03/2017

7 dicas para seu filho comer bem


Vivemos novos tempos na alimentação infantil. Esse estilo de vida moderno nos levou à necessidade de refeições práticas e rápidas que, associadas às facilidades tecnológicas, provocaram alterações nos hábitos de vida e no comportamento alimentar de todos.

Essa alteração nos costumes alimentares provocou mudanças no estado nutricional das crianças, melhorando os índices de desnutrição, mas deixou-as mais suscetíveis à obesidade, diabetes e hipertensão arterial, entre outras doenças da modernidade.

Algumas medidas preventivas podem ser adotadas desde a infância, com o propósito de evitar o desenvolvimento destas doenças. Entre elas, destacamos:
  • estímulo ao aleitamento materno como fonte de alimento exclusivo nos primeiros seis meses de vida;
  • combate ao sedentarismo e estímulo à prática de atividades físicas, preferencialmente ao ar livre;
  • controle do ganho excessivo de peso, para evitar o sobrepeso e a obesidade;
  •  e alimentação baseada nas “leis da boa nutrição”: qualidade, quantidade, harmonia e adequação.

 DICAS IMPORTANTES PARA UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL


• Horário para refeições: criar o hábito do café da manhã, almoço e jantar em família certamente irá melhorar o relacionamento familiar, além de propiciar um modelo de comportamento para os filhos. Ninguém vai obrigar o filho a tomar suco de laranja e ao mesmo tempo servir-se de um refrigerante.

• Contexto familiar, atitudes e estratégia dos pais: as crianças aprendem a respeito do alimento não somente por suas experiências, mas também observando os outros. A família fornece amplo campo de aprendizagem, no qual a alimentação se torna um dos principais focos de interação entre pais e filhos. Os pais e familiares devem cuidar para não criar um ambiente propício à alimentação excessiva ou um estilo de vida sedentário. Pais que comem demais, muito rápido ou ignoram os sinais de saciedade oferecem um pobre exemplo aos seus filhos.

• Coação e Punição. Estudos sugerem que os alimentos com baixa palatabilidade (como os vegetais) são oferecidos normalmente envolvendo coação e punição para a criança comer. Já os alimentos ricos em açúcar, gordura e sal são oferecidos em um contexto positivo (como recompensa ou em festas), aumentando a preferência por estes. Na medida em que as crianças são pressionadas a comer um determinado alimento que os pais acreditam ser bom para elas, diminui a sua preferência por aquele alimento rico em açúcar e gorduras.

• Sensação da fome e saciedade. Come, come, come... até quanto? Quem determina quanto? Meio prato ou um prato? A criança precisa desenvolver os sentidos de fome e saciedade. Por exemplo, quando a criança fala que não quer mais comer porque está satisfeita, e os pais dizem “termine o que está no prato”, fica claro para a criança que a sua sensação de saciedade não é relevante para a quantidade de comida que ela precisa consumir.

• Exposições repetidas aos alimentos de forma divertida e educativa. Não desanime com uma primeira reação negativa ao alimento. Ofereça o mesmo alimento em outra apresentação. Por exemplo: espinafre refogado ou omelete de espinafre ou torta de espinafre ou quiche de espinafre com ricota. Use sua criatividade.

• Mídia, propaganda e amizades. A tendência das preferências alimentares das crianças conduz ao consumo de alimentos com quantidade elevada de carboidrato, açúcar, gordura e sal, seguido de baixo consumo de vegetais e frutas. Essa tendência é originada na socialização alimentar da criança e, em grande parte, depende dos padrões da cultura alimentar do grupo social ao qual ela pertence.

• Autoridade, regras e limites. Nunca substitua uma refeição por mamadeiras ou alimentos fora do contexto, como bolos, biscoitos e chocolates. Esses alimentos, além de não fornecerem todos os nutrientes desejados, irão saciar a fome da criança e prejudicar seu apetite para a próxima refeição. Criança com fome come!

Outras sugestões


• Muita cor e diversão. Ofereça à criança cardápios coloridos e servidos de forma divertida. Você pode criar desenhos ao servir a comida no prato.

• Tolere um pouco de "bagunça" à mesa. Deixe a criança pegar os alimentos com a mão e brincar com eles. Com esse comportamento, ela desenvolve uma atitude de cumplicidade com o alimento. Na fase pré-escolar ela está aprendendo a usar os cinco sentidos e os alimentos são uma boa e saudável fonte de descobertas.

• Brinque, você também, com a comida. Se seu filho já cresceu um pouquinho, leve-o para a cozinha e mostre como cozinhar pode ser divertido. Faça pratos coloridos e monte formas variadas como bolinhos, tortas, enrolados, panquecas e por aí vai. Solte a sua imaginação!

• Receitas para variar o cardápio. Misture alimentos que a criança gosta com outros que ela ainda não conhece. Alguns pratos normalmente fazem a alegria das crianças e ajudam a diversificar as refeições: omeletes servidas com seleta de legumes e arroz; as tradicionais e saborosas tortas de liquidificador, recheadas com carne ou frango e quatro tipos de legumes; panquecas recheadas com carne moída, mandioca cozida e picada, vagem em tiras e tomates em cubos (depois de enroladas, polvilhe queijo ralado e gratine no forno).

• Fazer boas escolhas alimentares é um processo complexo e tem consequências a curto e longo prazo para a saúde. Não é fácil, mas uma educação alimentar bem feita na infância fará de seus filhos adultos mais saudáveis, vivendo com mais qualidade.

Texto: http://www.conversandocomopediatra.com.br

08/03/2017

Vai uma mamadeira de leite condensado aí?




Você já pensou em oferecer leite condensado ao invés de leite materno ou de vaca para seu bebê?
Tal pensamento parece ser sem cabimento não é mesmo? Oferecer uma bomba de açúcar para um recém nascido. Mas é o que médicos do início do século recomendavam de acordo com as propagandas do nosso querido Leite Moça da época.

“O bom Leite Moça, que é puro, rico em creme, que não se pode falsificar e substitue com vantagem o leite fresco. Segundo a opinião de summidades médicas, é o único que pode fazer as vezes do leite materno na época difícil de serem desmamadas as crianças.” publicada na revista Vida Doméstica de 28 de julho de 1928

Naquela época o leite condensado era comercializado como o substituto vitaminado, mais durável e supostamente mais higiênico – porque condicionado em latas fechadas – do leite fresco, que ainda saía das vacas e cabras das pequenas propriedades direto para as garrafas entregues em casa (onde não havia geladeira para que durasse mais do que algumas horas). Com um discurso higienista – que culminaria no I Congresso Brasileiro de Higiene, em 1923, organizado no Rio de Janeiro pelo famoso médico sanitarista Carlos Chagas, com quatro dos vinte temas de debate relacionados à alimentação* – faria com que os enlatados passassem a ser mais bem aceitos. Não por acaso, é nessa mesma década que o anúncio do recém-lançado Leite Moça, na Vida Moderna, o coloca como um dos ingredientes indispensáveis à nutrição do bebê. Diluído em água, ele virava o leite da mamadeira das crianças.

A lógica era mais ou menos a seguinte: porque eram industrializados, acreditava-se que os ingredientes continham menos impurezas do que aqueles produzidos à antiga moda artesanal, em condições desconhecidas ou muitas vezes distantes das regras de higiene que começavam a ser impostas. A expansão das propagandas e da imprensa no início do século 20 contribuía para que, cada vez mais, as latas de produtos como o leite condensado chegassem ao conhecimento das mulheres, então responsáveis pela alimentação em casa.

Ao lado dos industrializados, também o açúcar passava a ser vendido nos anúncios publicitários como um alimento indispensável à saúde, sobretudo das crianças, que, com uma dieta rica dele, teriam mais energia e ficariam mais robustas e coradas. Esse seria, aliás, o mote das propagandas do adocicado ingrediente até praticamente o fim do século 20. Nos livrinhos culinários lançados pela marca União a partir dos anos 1960, esse discurso, inclusive avalizado por médicos, permeava as páginas de receitas.

 

O que eu quero dizer com isso?
As coisas mudaram, os tempos mudaram! Sua bisavó pode ter oferecido leite condensado pra sua avó e ela não morreu por isso. Sua avó possivelmente colocou amido de milho no leite da sua mãe, que também não morreu por isso. A sua mãe colocou Mucilon no seu leite e você também não morreu por isso. Isso não quer dizer que você precisa repetir tudo isso, porque as coisas estão mudando. Novos estudos são realizados. Coisas novas vão aparecendo. Tanto a Organização Mundial da Saúde (OMS) quanto o Ministério da Saúde recomendam não utilizar açúcar no primeiro ano de vida. E em 2016, a Academia Americana de Pediatria alterou a recomendação para que se introduza o açúcar somente após os 2 anos de idade.

Vivemos novos tempos na alimentação infantil. Esse estilo de vida moderno nos levou à necessidade de refeições práticas e rápidas que, associadas às facilidades tecnológicas, provocaram alterações nos hábitos de vida e no comportamento alimentar de todos. Essa alteração nos costumes alimentares provocou mudanças no estado nutricional das crianças, melhorando os índices de desnutrição, mas deixou-as mais suscetíveis à obesidade, diabetes e hipertensão arterial, entre outras doenças da modernidade.

Então se você quer oferecer biscoito recheado, refrigerante, suco de soja, danoninho, neston, achocolatado ou seja lá o que for pro seu bebê... vai lá, vai fundo. Seu filho, suas escolhas. Mas vamos também respeitar aquela mãe que quer oferecer um tipo de alimentação diferenciada. Cada mãe tem uma história e não cabe a ninguém julgar. E sem o comentário... Ah mas eu dei e meu filho não morreu. Que bom né, afinal, a intenção não era mesmo matar. Mais amor, mais respeito e mais empatia por favor!  

Fontes:
https://lembraria.com/2017/02/03/as-fantasticas-mamadeiras-de-leite-condensado-ou-uma-historia-do-brigadeiro/
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0034-89101990000300011
http://www.redeblh.fiocruz.br/media/guiaaliment.pdf

24/02/2017

Como incentivar seus filhos a lerem



Sou daquelas mulheres que liam de tudo. Quer me deixar feliz é só me dar um livro. Pode até ser aquele bem melado, de banca de jornal. Sabrina, Julia, Históricos...  Aí a Sara nasceu e ter um tarde de sábado livre pra ficar na cama com um bom livro é tarefa das mais difíceis. Mas não impossíveis.
Meu gosto pela leitura começou com 6 anos quando passava o final de semana na casa da minha avó com todos os primos. Um deles tinha assinatura de Gibis da turma da Mônica então final de tarde depois de um dia cheio correndo pra lá e pra cá, a boa era deitar todo mundo no chão e ler Gibi até a hora da janta. Que época boa!!!

Infelizmente a realidade do Brasil é bem diferente disso quando se trata de leitura. Segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Instituto Pró-Livro em 2012, que entrevistou 93% da população brasileira com cinco anos ou mais, cerca de 85% das pessoas afirmaram que nas horas vagas gostam de assistir à televisão. Apenas 28% citaram a preferência por ler um livro. Em média, o brasileiro lê pouquíssimo: apenas quatro livros por ano, e dois desses ainda por partes.
A importância do estímulo externo fica nítido pelos dados da pesquisa. Cerca de 87% dos entrevistados não leitores (que não leram nenhum livro nos últimos três meses anteriores ao levantamento) nunca foram presenteados com livros. Aproximadamente 63% nunca viram a mãe lendo, número que sobe para 68% quando se trata do exemplo paterno.

Algumas pessoas acham que os filhos precisam estar na fase de alfabetização para ser introduzido o habito da leitura. Errado! Você pode e deve incentivá-los desde bebês. Atualmente existe uma diversidade imensa de livros pra todas as faixas etárias com cores, textura e contextos para cada fase. Ler é divertido! É importante que as crianças criem uma relação agradável com os livros desde cedo, se associar a uma obrigação fará com que seus filhos tenham a sensação de estarem sendo punidos, dessa forma dificilmente sentirão prazer em ler o que pode acarretar dificuldades nos estudos no futuro. 


E como fazer isso?

1 - Torne a leitura mais atraente - O hábito da leitura deve ser incentivado desde o primeiro ano de vida do seu filho e pra isso vale de tudo. Livros coloridos, vozes, fantasias, instrumentos musicais, fantoches.
2 - Crie o hábito - Se não puder ler todos os dias, que seja dia sim, 1 ou 2 vezes na semana, mas dedique um tempinho pra isso. A hora de dormir é uma ótima hora pra isso mas não precisa ser a única.
3 - Interaja - Pergunte sobre a história, sobre os personagens. Se o seu filho tiver menos de 2 anos mostre as figuras, diga as cores, pergunte sobre os objetos da história, aguce o interesse dele pelo livro.
4 - Disposição dos livros - Para que seus filhos se interessem pelos livros eles precisam estar acessíveis e disponíveis pra eles. Livros em estantes dão a sensação de que não podem ser mexidos além do risco de subir e se machucar. Coloque os livros de forma divertida e ao alcance deles, na internet existem diversas ideias incríveis.
5 - Frequente livrarias e bibliotecas - Para adquirir o gosto pela leitura, a criança precisa se familiarizar com o ambiente de leitura", E, enquanto o acervo literário de casa é limitado, nas livrarias e nas bibliotecas a criança pode ter contato com uma infinidade de obras diferentes. Transforme as idas a livrarias, bibliotecas e feiras do livro em um programa de fim de semana. Hoje, nas grandes cidades, muitas livrarias e bibliotecas públicas oferecem atividades específicas para as crianças. E esse programa ainda é de graça. Algumas livrarias, inclusive, têm espaços para leitura (sem que os livros precisem ser comprados!
6 - Troca Troca - Se está cansada dos mesmos livros e não tem condições físicas ou financeiras de ter mais, que tal fazer um grupo de trocas? Em alguns lugares existem pontos de trocas de livros. Aqui no Rio de Janeiro costumo trocar no Imperator, no Méier. Mas se na sua cidade não tiver, faça um. Se reúna com suas amigas que também tem filhos para trocarem os livros. Pode ser bem bacana e uma possibilidade de se encontrarem pra conversar.


Eu recebi essa semana um livro do maior clube do livro infantil, o Leiturinha e adorei a ideia! É uma assinatura de livros bem bacana onde todo mês você recebe um kit todo especial de livros de acordo com a idade do seu filho e que contribuem para o desenvolvimento da turminha. Eles ainda possuem uma biblioteca digital maravilhosa pois se for pra ficar no tablet que seja de uma forma bem bacana não é mesmo?
A melhor parte é que se você fizer a assinatura semestral nos planos Uni e Duni basta usar o cupom UMAMENINA e você ganhará 50% de desconto no valor da primeira mensalidade. Legal né =)
 O livro recebido foi A fazenda, cheio de animais e de textura. Fez muito sucesso por aqui!!!Recomendamos!
Corram lá, façam sua assinatura e contem pra gente o que acharam.


Beijos,
Brena
Doida pra ler um livrinho em uma tarde chuvosa






15/02/2017

Bebês arco íris - esperança após a perda de um bebê


Vocês já ouviram falar no termo "rainbow babies"?
Tudo começou quando duas fotógrafas Natalia Karpovovy e Elena Gannenko clicaram mulheres que engravidaram na sequência de um aborto, morte neonatal ou morte infantil. E após alguns meses, uma foto das mamães foi tirada, já com as crianças no colo. Essas imagens foram compartilhadas por uma blogueira e viralizaram em todo o mundo. O nome de “bebês arco-íris” vem da ideia de que o fenômeno considerado deslumbrante, só aparece após uma tempestade. “No mundo real, um arco-íris é bonito e brilhante e, apesar de vir após algo ‘ruim’, dá esperança para coisas cada vez melhores.
Depois disso você encontra diversas fotos de mães e bebês relacionados ao arco-íris.
Filhos nunca serão substituídos, não importa se você tenha 1, 2 ou 10. São todos únicos para suas mães. A dor da perda é irreparável não importa se estava com semanas de gestação, se você conviveu com ele 1 dia, 20 meses ou 30 anos. Não há dor e medo mais insuportável na vida de uma mãe que a possibilidade de perder um filho. Mas aí você toma coragem, engravida de novo, tem medo de tudo, de todos. Convive com a culpa, com o medo, com a dor. Um momento de alegria passa a ser tenso, assustador pois você acha que não poderia suportar perder de novo. Aí o bebê nasce e aquele seu mundo escuro e assustador ganha cor, ganha vida. E você é capaz de sorrir de novo. O espaço deixado pelo bebê que se foi, nunca será esquecido, mas o seu coração não está mais vazio.
Por isso a expressão "rainbow babies" ou "bebês arco íris". O arco íris não anula os estragos, as dores, todos os danos causados por uma tempestade, mas apesar de tudo, é um recado de Deus dizendo que a vida deve continuar.

Você tem ou conhece alguém que tenha um "bebê arco-íris"?
Como lidou com essa perda? Procurou ajuda? Participou de grupos de apoio? Conta pra gente!

Achei linda essa percepção de esperança, recomeço e coragem e pesquisando a respeito, encontrei dezenas de fotos e histórias. Resolvi compartilhar com vocês e quem sabe servir de inspiração pra alguém. 
 
Beijos, 
Brena 
torcendo por muitos bebês arco íris 

Essa foi a foto original que viralizou na época!














 
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